RAQUEL LOBATO CASTILHO - DANÇARINA


RAQUEL LOBATO CASTILHO - DANÇARINA


Filha de Maria de Lourdes Lobatto e João das Graças Castilho, Raquel nasceu em Igarapé-Miri, no Estado do Pará em 16 de maio de 1981. É irma de Rita, Raimundo, Regina, Rosana e  mãe de Laura Castilho Gonçalves.

Desde muito pequena Raquel gostava de dançar ouvindo o rádio ou acompanhando programas de TV, muito espoleta, levava broncas da mãe por aumentar demais o volume das músicas. “mamãe ficava uma fera, mas pra não parar de dançar eu fingia que não ouvia por causa da música alta”, enfatiza.

Aos 15 anos, em 1996, foi selecionada como Instrutora do Grupamento de Guarda Mirim de Igarapé-Miri realizando com o Comandante G. Souza e o Subcomandante M. Santos treinamentos de primeiros socorros, defesa pessoal, selva, ordem unida e auxiliando eventos cívicos e sociais. “Sempre fui meio metida tomar as rédeas pra organizar as coisas, nos desfiles de 7 de setembro eu amava desfilar de farda eu sempre ia na bandeira do Pará ou do Brasil”, comenta.

1996- Raquel(ao centro) com colega e o comandante G. Souza  da Guarda Mirim de Igarapé-Miri.

1997- Raquel com a bandeira do Brasil em frente a tropa da Guarda Mirim de Igarapé-Mirii, em desfile cívico da Independência do Brasil.


Raquel chegou a cidade de Francisco Beltrão em 2011 e se apaixonou pela cidade "Eu amo este lugar, sinto saudade da minha terra, mas aqui me sinto em casa" ressalta.

Sua espontaneidade e amor pela dança lhe renderam uma oportunidade de mudar de vida., Raquel procurou uma escola de dança para fazer aulas de zumba, e logo nas primeiras aulas foi convidada por sua instrutora para dar aulas.

Atualmente Raquel é instrutora de Zumba, ministrando aulas para os Clubes de Mães, coordenados pelo Departamento de Cultura da Prefeitura de Francisco Beltrão-Pr. Raquel diz que suas alunas são como amigas e que cada aula é uma festa: “Não tem tempo ruim, eu chego e já coloco uma música pra animar, abrimos as janelas, fazemos exercícios e depois a aula, e incrível como passa rápido, as vezes nos estendemos uns minutinhos a mais, pois nossa sintonia é muito grande” destaca.

Raquel com uma de suas turmas de Clubes de Mães, atendidas por oficina de zumba do Departamento de Cultura da Prefeitura de Francisco Beltrão.


Raquel também trabalha com animação e de eventos, realizando performances de dança e animação do público em eventos corporativos, casamentos, formaturas e festas em geral.


2020 - Lançamento da Expofeira Mulher 2021 no Espaço da Arte

15ª Semana Farroupilha da Integração de Francisco Beltrão-Pr.



2021 - Raquel atuou como monitora do Natal Encantado 2021, promovido pela Prefeitura de Francisco Beltrão. Na foto acima, junto com o Papai Noel Oficial de Francisco Beltrão recebe a visita da filha Laura.


Para ela é necessário sempre buscar especialização, está cursando Bacharelado em Educação Física e Licenciatura em Dança,  “se especialize, um curso, uma graduação ou uma oficina pode fazer toda a diferença na sua carreira” comenta. Já realizou cursos com instrutores famosos como Daniel Saboya e Mestre Zig (Fit Dance).


2019- Raquel e sua amiga Tati com o professor Mestre ZIG

2019-Raquel e Daniel Saboya

O estilo de Raquel exprime a sua identidade alegre, viva e marcante ela chama muita atenção, seu figurino é composto de peças coloridas, lenços e estampas, as unhas sempre decoradas e os cabelos bem arrumados em penteados ousados, segundo ela, a inspiração vem das suas décadas favoritas os anos 80 e 90.


“A coisa que eu mais odeio no mundo é a tristeza, sim eu fico triste, mas eu prefiro esquecer o que me faz mal e focar nas coisas bonitas que a vida nos oferece, acredito que todos os momentos em que temos alguém por perto devem ser especiais, sem tristeza!”

Raquel L. Castilho


A alegria de Raquel é extremamente contagiante, não houve um momento desta entrevista em que não rimos de algo, seja de suas histórias, seus bordões ou de sua forma de se expressar, acredito que além do dom da dança, Raquel é uma daquelas pessoas especiais, que tem como missão tornar o mundo mais feliz.










 

PERFIL

Comida: Macarronada de Camarão

Bebida: Água

Musica: Tecnobrega

Cantora: Joelma

Cantor: Renato Russo (Legião Urbana)

Ator: Tony Ramos

Atriz: Débora Nascimento

Filme: Nárnia

Livro: 50 Tons de cinza, de Erika Leonard James

Cidade: Londres

Hobby: Dança

Sonho: Ter mais filhos

O que mais aprecia nas pessoas: Caráter

O que mais detesta nas pessoas: Falsidade

Uma frase: “Se preocupe com o hoje, ele é a semente do amanhã”


ENTREVISTA E ENSAIO FOTOGRÁFICO: Bruno Packard @packardbruno

Demais fotografias do arquivo pessoal da entrevistada.

SILVANA GLAUCE CABRERA – BAILARINA CIGANA


SILVANA GLAUCE CABRERA - BAILARINA CIGANA

Silvana Glauce Cabrera, filha de Claudio Cabrera (in memoriam) e Joana Alves Cabrera, nasceu em Santo André SP 16 de outubro de 1975, é irmã de Sílvia Regina, Esposa de Anderson Rodrigues da Silva e mãe de Abner Alexandre e Alicia Mariana.

Chegou com a sua família a Francisco Beltrão em fevereiro de 2013, e desde então, adotou-a como cidade do coração.

Desde pequena, “Cigana” gostava de dançar e usar acessórios da cultura árabe, tecidos improvisavam figurinos e as coreografias vistas na televisão, faziam os olhos da pequena brilharem. Numa inocente brincadeira de criança, surgia uma das maiores paixões da vida desta bailarina cigana: as danças sagradas femininas.

Silvana iniciou seus estudos de dança em 2003, após ser diagnosticada com síndrome do pânico, em uma das consultas com a terapeuta, foi indicado de que Silvana buscasse atividades físicas que movimentassem o corpo, como ela não sentia atração pelo ambiente de academia, procurou por aulas de dança do ventre, na sua cidade natal era facial encontrar turmas que se encaixassem na faixa etária. Silvana aliava as aulas com estudos sobre a cultura da dança e o benefício espiritual que isto trouxe foi o da superação da síndrome que a assolava há muito tempo.

A primeira vez que Silvana se apresentou em um palco, ela confessa que ficou um pouco receosa pelo grande público que estava lá para assisti-la no espetáculo A Magia da Vida, eram cerca de 800 pessoas — “foi algo surreal, percebi que não precisava dos medicamentos para vencer a síndrome do pânico, a dança me ajudou a enfrentar tudo sorrindo e dançando!”, comenta Silvana.


2003 - Espetáculo A Magia da Vida, primeira apresentação de Silvana
2003 - Espetáculo A Magia da Vida, primeira apresentação de Silvana

 

Cigana já participou de importantes festivais de dança em São Paulo-SP, como por exemplo, Luz do Ventre, Oriente e Magia, Sahira Fatin e Zanna Bessa. Seguiu carreira na dança e atualmente é instrutora de Dança do Ventre, Hula, Tribal Fusion, Dança Cigana, Taitiana, Indiana e Circulares.

A imagem da cigana, chegou tempo depois da dança do ventre “eu praticava dança do ventre, mas queria algo mais forte, que unisse os elementos de maneira mais intensa, percebi que dança cigana é forte, tem um simbolismo mágico, eu fui atraída de maneira mágica por esta cultura”, enfatiza.

Festival Luz do ventre - São Paulo-SP


Festival Narradores de Passagem - São Paulo-SP

IV Encontro Sahira Fatin, 2010 - Campinas -SP

Festival Zanna Bessa, 2009 - Santo André-SP

Festival Zanna Bessa, 2010 - Santo André-SP

Espetáculo Sensações, Studio Cathiusi Jazz&Ballet no Complexo Esportivo Barro Preto, em Coronel Vivida-PR. 19 de dezembro de 2021.

 

UMA VIAGEM COM A CARAVANA CIGANA: UNIVERSO EM MOVIMENTO 

Silvana desenvolveu em 2021 um projeto denominado Uma viagem com a caravana cigana: Universo em movimento, cujo objetivo é unir as culturas ciganas, árabes e tribais, a obra traz como contexto uma viagem onde a cultura cigana se integra com outras culturas e elementos, ciganas russas, catalanas, romenas e flamencas dividem as alegrias de dançar com as bailarinas das danças do ventre, árabe, egípcia, e tribal indiana. A epopeica viagem é narrada por uma cigana em trajes festivos que interage com o público e narra história das culturas apresentadas.

A ideia de Silvana é transformar este projeto em uma apresentação itinerante, que como uma caravana de ciganos, circule por vários lugares, visando realizar um intercâmbio de culturas, sorrisos e alegria.



Uma viagem com a caravana cigana: Universo em movimento, apresentação realizada no palco do Natal Encantado 2021.


  ‘’A dança é feita de detalhes e a vida é feita de escolhas’’

Cigana Silvana Cabrera


Silvana atualmente é Instrutora de Dança no Departamento de Cultura de Francisco Beltrão, ela enfatiza a mudança que a dança faz na vida de suas alunas “coloco nas danças a questão terapêutica, eu quero que minhas alunas percebam que a dança e a cultura são transformadoras e curativas”, comenta.

Muitas das alunas chegam para fazer as oficinas com os movimentos travados, timidez e rosto fechado, mas logo nas primeiras aulas a magia acontece, surgem novas expressões, os movimentos toram-se alegres e o sorriso transmite energia e alegria. Silvana diz que ela e suas alunas formam um verdadeiro Clã, isso é confirmado pelo fato de 100% de suas alunas se matricularem novamente nas oficinas ministradas por ela, “Nas minhas aulas pode alguém entrar triste, mas sai sorrindo” eu amo transmitir conhecimento, é uma terapia, nos conversamos sobre tudo no grupo da turma, foi um vínculo muito forte.

Silvana com suas alunas das oficinas de danças do ventre e cigana, realizadas pelo Departamento de Cultura de Francisco Beltrão-Pr.


Silvana é formada em nutrição pela FAINC-SP, trabalha no Instituto Poder das Mãos como Nutricionista (CRN 8-8896), Psicoterapeuta Holística, Reikiana e Instrutora de Danças Sagradas Femininas.

Conhecida como Cigana pelos amigos, alunos e colegas de trabalho Silvana é dessas pessoas que a gente conhece e se encanta, escrever sobre sua carreira e suas habilidades é tão encantador como conhecer as culturas das quais tanto gosta, a sutileza de seus gestos, o tom harmônico de sua voz, as saias coloridas, os muitos acessórios e seu sorriso sempre trazem a tona a alegria de uma mulher forte, ousada, batalhadora e forte assim como os povos do oriente.











 

PERFIL

Comida: Flexitariana (Semivegetariana)

Bebida: Limonada

Musica: Cigana, mantras e música celta

Cantora: Enya

Cantor: Zé Ramalho

Ator: Johnny Deep

Atriz: Julia Roberts

Filme: Viva – A Vida É uma Festa

Livro: O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

Cidade: Machu Picchu

Hobby: Dança

Sonho: Fazer uma viagem longa, meio sem destino bem ao estilo cigana

O que mais aprecia nas pessoas: honestidade

O que mais detesta nas pessoas: Egoísmo

Uma frase: “Pacificaremos o mundo, se tivermos paz no coração”


Entrevista: Bruno Packard

Fotografias: arquivo pessoal, July Ioris e Bruno Packard

 

 

 

LARA CRISTINE MAZON 30 ANOS DEDICADOS À MÚSICA

LARA CRISTINE MAZON 30 ANOS DEDICADOS À MÚSICA

Lara Cristine Mazon nasceu em Francisco Beltrão no dia 26 de junho de 1971. Filha de Valdemar e Rainilde Terezinha Mazon. É casada com Ricardo Lustosa e é mãe de João Gabriel Neto e Maria Eduarda Gabriel, avó de Helena Lara Mazon Gabriel. Lara tem 30 anos de música e 20 anos de escola Musiarte.

Lara tinha apenas cinco anos de idade quando começou a fazer aula de música no Conservatório Musical de Francisco Beltrão. Valdemar era bancário e na época mudava bastante de cidade, para Lara fazer as aulas foi morar com a avó Antônia Mazon, ou Vó Tonha como chamava. Inicialmente as aulas de música tinham objetivo de preencher o tempo da menina e no começo ela fez musicalização e piano com as professoras Claudia Cirino. Aos sete anos passou a fazer apenas piano com a professora Lurdes Santos, continuou até os 14 anos e só parou porque começar estudar na escola regular em tempo integral.

Aos 17 anos Lara prestou vestibular para Odontologia em Ponta Grossa, mas não passou. Então ficou noiva e logo se casou, algumas semanas depois foi chamada na universidade, mas como estava casada desistiu. "Foi aí que ganhei um piano e conclui a minha formação em música pelo Conservatório. Na formação completa fiz também Teclado, Violino, História da Música, Harmonia, Teoria Musical, Solfejo. Já estava fazendo estágio e dava aulas de música”, conta Lara.

Logo depois sua colega Angela Salvadori abriu a Escola de Música Musiarte e convidou Lara para dar aulas. Alguns anos depois Angela resolveu se mudar para Curitiba, pois ia se casar e ofereceu a escola para Lara. “Eu tinha acabado de me divorciar e não queria deixar a escola fechar, nós fizemos um acordo e acabei comprando a Musiarte que era no bairro da Cango. Eu tinha uma casa no bairro Alvorada e resolvi trazer a escola para sair do aluguel. Fiquei lá durante 15 anos e então mudei a escola para o endereço atual. Quando levei a escola para o Alvorada recebi muitos alunos novos e nenhum dos que já estava desistiu pelo fato de ter mudado de endereço”, relata a professora.

Durante a pandemia a escola continuou, pois as aulas são individuais ou pequenos grupos, sempre tomando os devidos cuidados. Algumas pessoas passaram a fazer aulas para ocupar seu tempo, a música ajudou muitas pessoas a enfrentarem a situação.

Logo depois do divórcio Lara passou por diversos problemas e teve inclusive início de depressão, mas por causa da música ela superou cada dificuldade que surgiu. A música fez com que ela reagisse e continuar dando aulas, sempre com muita alegria. “A música cura, trabalha a sensibilidade, a socialização, desperta sentimentos. Ela é uma terapia para quem ensina e para quem faz aulas. A música tem este poder de transformar a vida das pessoas. A felicidade que ela proporciona a mim e as pessoas que ouvem música é a minha motivação diária”, enfatiza a professora de música.
Mesmo passando por muitas situações difíceis durante estes 30 anos de carreira ela nunca desistiu. Sempre contou com o apoio da família e de sua equipe de professores que trabalha em harmonia. Lara costuma dizer que não é possível fazer nada sozinho e sua equipe e família são o suporte que ela precisa para continuar. Especialmente com a chegada da neta ela encontra motivos para ensinar música. Através da música ela educou os filhos, proporcionou que fizessem faculdade e nunca faltou nada em casa.
Lara sempre trabalhou com música e afirma que não saberia fazer outra coisa da vida. Ela conta que na adolescência gostava muito de esportes e não se imaginava vivendo de música, nem pensava que um dia teria uma escola. “Tudo aconteceu naturalmente e no momento certo, a música me escolheu e eu sei que é minha missão de vida ajudar as pessoas através da minha arte. Enquanto Deus me der saúde eu vou levar a música para as pessoas”, finaliza Lara.

Produção textual: July Ioris

Projeto Conhecendo o Artista como Ele é

















FAVORINO CARLOS FAVÃO DOS SANTOS - 30 ANOS DE CARREIRA

FAVORINO CARLOS FAVÃO DOS SANTOS 30 ANOS DE CARREIRA

Favorino Carlos Favão dos Santos nasceu em Francisco Beltrão no dia 02 de agosto de 1969. Filho de Maria dos Santos, casado com Elaine Rech e pai de Shelzea e Dieyne. Favão é cantor, compositor, locutor de rádio e já tem mais de 30 anos de carreira.

Aos 13 anos de idade quando estava na escola Favorino começou a cantar e se apresentava para os colegas em festividades escolares. Aos 15 anos começou participar de festivais de música, sempre cantando músicas sertanejas teve êxito em alguns e recebeu prêmios. Ele se apresentou no show de Sidnei Lima para um público de 15 mil pessoas em frente ao Só da Roça.

Logo depois ele conheceu vários políticos e até se candidatou a vereador em duas oportunidades. Foi trabalhar no jornal Folha do Sudoeste durante um ano e depois se mudou para São Paulo onde começou a trabalhar como locutor em rádios comunitárias e aliado ao trabalho também atuava em jornais. Depois de cinco anos na capital paulista retornou a Francisco Beltrão.

Em Beltrão Favão montou o jornal Mel de Bom e passou a trabalhar com fantoches. Na época ele fazia publicidades para o comércio. “Sempre tive muito sucesso na profissão em todas as áreas que atuei”, diz Favorino.

Em 1996 ele foi trabalhar na Rádio Educadora com Artêmio Sutile no programa Parada 1060, trabalhou também na Rádio Princesa AM. Neste mesmo período começou a preparar seu primeiro CD, que foi lançado no ano 2000. “Foi um grande sucesso e um ano depois já lancei o segundo CD, com a música de sucesso “Menina de Rua” que foi gravada com o Musical Som Sete. Em 2003 já lancei o CD de número 3 e um ano depois fiz um remix dos três primeiros CDs. Já em 2005 veio o quinto CD e seu livro “As Aventuras de Favão” e depois para atender pedidos gravei um CD de músicas Gaúchas. Todos os meus discos com músicas autorais e composições próprias”, relata Favão.

Em 2007 veio o sétimo CD somente com músicas românticas, inspirado por Amado Batista e Paulo de Paula, Favão gravou vários clipes com suas músicas, os clipes podem ser acessados no youtube. Favão ficou oito anos na TV Beltrão com o programa “Pesca & ria” onde mostrava pontos turísticos e de lazer da região. No programa ele tinha a mascote “Mel”, uma abelhinha que participava da programação e interagia com Favão.

Atualmente Favorino atua no jornal das Torres e na Web Rádio das Torres, além de fazer carro de som e marketing de empresas. A rádio completa um ano no ar no dia 15 de outubro e tem programação 24 horas, Mel continua ao lado de Favão. Ao todo foram oito CDs, um livro, programas de Rádio e TV, jornal e uma carreira de mais de 30 anos. Favão conta que sempre gostou de cantar e nunca almejou fama, apenas satisfação pessoal.

Ele sempre usa roupas brancas e se tornou uma marca dele. “Eu uso branco para chamar atenção, algumas vezes faço combinações de casaco ou gravata de outra cor. Tenho mais de 40 gravatas e gosto de combinar elas com um casaco, mas sempre com branco, uma jogada de marketing”, finaliza Favão.

Produção de texto: July Ioris

Projeto Conhecendo o Artista como Ele é

 












 

GUILHERME LIMA - ATOR E INFLUENCER

  GUILHERME LIMA - ATOR E INFLUENCER Guilherme Antônio Pariz Lima nasceu no dia 02 de março de 1999 em Francisco Beltrão-PR, filho de Anto...